
em sua emergência devido à superlotação. Desde quarta-feira (11), a unidade está operando com 150% da capacidade de internação e 250% na pediatria, sem previsão de normalização.
A emergência atenderá apenas casos de alta gravidade, classificados como “vaga zero” pelo SAMU, enquanto pacientes com condições menos críticas devem ser direcionados a outros serviços de saúde, como o Pronto Atendimento 24h.
Esse cenário é resultado do aumento de vírus respiratórios, como Rinovírus e Influenza A, especialmente nesta época do ano. Renan Emerin, do Serviço de Epidemiologia Municipal, destaca que a baixa adesão à vacinação tem contribuído para a pressão sobre o sistema de saúde.
“Após a divulgação da situação, notamos um aumento na busca pela vacina, mas os efeitos serão sentidos em 15 a 20 dias”, explica Renan. Ele também mencionou que mais de metade dos casos de síndromes gripais no pronto atendimento é causada por Influenza A.
A secretária de Saúde de Torres, Neusa Oriques, alertou que a superlotação do hospital afeta toda a rede de saúde municipal. A falta de confiança na vacinação tem aumentado a exposição a doenças respiratórias.
A orientação é clara: mantenha a vacinação contra a gripe em dia, evite contato com pessoas gripadas e busque atendimento médico se os sintomas piorarem. O IB Saúde promete atualizações sobre a situação da emergência assim que houver mudanças.





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